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Category Archives: Carta DiVersus

.Por Eduardo de Paula Barreto. Aqui estou eu neste domingo Deitado numa rede no meu quarto Olhando ao longe o mais lindo Céu azul que transforma em retrato O centro da imensa São Paulo Cujo ritmo mais calmo Me induz à reflexão Sobre o nosso...

.Por Luís Fernando Praga. Não são zumbis, espectros, demônios; não é um meteoro o nosso algoz; num fim dos tempos dos piores sonhos, quem já nos aniquila somos nós… A cada dia um golpe açoita o povo e uma injustiça empesteia...

.Por Luís Fernando Praga. Que poder te faz tão alucinado E faz a fé ferver teu sangue em ira? Que, parvo, bem te orgulhas do teu brado: “O cativeiro é meu, daqui ninguém me tira!” E teu viver… é vida de verdade? Ou vaza pelo...

.Por Eduardo de Paula Barreto. . Aprisionaram o homem Que tirou do mapa da fome O futuro da sociedade Mas Lula prefere a prisão Do que trocar a libertação Pela sua dignidade. . Sem culpa o condenaram E assim transformaram A Justiça em partido...

.Por Eduardo de Paula Barreto. . As quatro estações do ano Não se adaptam aos panos Que habitam o meu armário Elas vêm implacavelmente E eu humildemente Adapto o meu vestuário. . Trata-se de um absurdo Esperar que o mundo Se adapte a...

.Por Luís Fernando Praga. Havia um tempo em que os sofrimentos Coexistiam com as alegrias E o riso das crianças pelos ventos Agasalhava de esperança os dias; Deixávamos nas cinzas do passado As lágrimas, o sangue e a amargura, A angústia...

.Por Eduardo de Paula Barreto. Meu caro amigo pobre Confesse aqui no meu ouvido Que você apoiou o golpe Mas que está arrependido Porque perdeu o seu emprego E agora vive com medo De não conseguir a quantia Para comprar gasolina Como fazia...

  .Por Eduardo de Paula Barreto. A supressão de direitos E a limitação do saber Formam o mecanismo perfeito Para se exercer o poder Dos fortes sobre os fracos Que lambem os pratos E buscam no fundo das panelas Algum resto de comida Enquanto...

.Por Eduardo de Paula Barreto. . De quem serão as mãos Que com aparente decoro Colocam a toga da perseguição Sobre os ombros de Sérgio Moro? De onde vem a autoridade Que lhe permite arbitrariedades Sem medo de ser punido? Serão forças...

.Por Luís Fernando Praga. Blindex, temperado, com fumê e 12 de espessura, De dentro, um vigilante pobre, escudo e escopeta. O vidro é pra não ver e proteger toda a estrutura. De fora é multidão, submissão e fome e treta. O ar condicionado,...