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Category Archives: Carta DiVersus

Por Luís Fernando Praga Havia tanta paz, sem grade ou muro E a vida era o presente a ser vivido. Não havia mais medo do futuro E todo amor já era permitido. Às cinco horas, a realidade… Por ele ela era seria diferente. Vai à labuta,...

Por Luis Fernando Praga Eu quero ser melhor ano que vem E aprender o ano que passou. Não quero não sofrer, pois sei que vou, Mas quero não fazer sofrer ninguém. Que eu viva pra ter paz no coração E veja as flores apesar do espinho E a...

Por Eduardo de Paula Barreto . De onde vêm as opiniões Que formam as nossas crenças? Virão de outras dimensões Ou surgirão em nossa cabeça? Ninguém nasce convicto Acerca dos mais íntimos Credos e ideologias Adotamos como verdade Aquilo...

Por Susiana Drapeau Amor parece uma palavra batida para versos Mas meus versos são dispersos e sem pretensão poética São apenas o que me vem, o que te tem Mas meu amor, este ano de 2016 foi difícil Não, não estou falando do Brasil Estou...

  Por Luis Fernando Praga Fidel morreu… Foi-se o mais belo e doce sonhador, um homem de pecados, não um Deus, que fez de sua ilha a sua flor, transcendendo em perfume a seu adeus. Foi-se Fidel, o homem que plantou um mundo justo,...

Por Eduardo de Paula Barreto Cadê aquelas panelas E as camisas amarelas Dos patriotas decididos A combater a corrupção Enquanto gritavam à Nação: Nós não temos partido? . Cadê aquelas panelas Que denunciavam as mazelas Dos políticos...

Por Luís Fernando Praga Trabalha, filho, põe as mãos na terra, Semeia a vida, traz o pão do trigo. Nos vãos do vale e nos altos da serra Transforma a Natureza em teu abrigo. Trabalha, filho, agora é teu momento, Erra e aprende, ensina...

Por Luís Fernando Praga Dormiam bem, em suas camas quentes, no país dos sem teto, terra e vez. Por mérito, podiam ter seus dentes e engoliram 2016. Hipócritas comuns à luz do dia, às escondidas eram bem mais lobos, compravam a notícia...

Por Luís Fernando Praga Perderam-se no breu da própria história Grafada com mentiras tortuosas. Pisotearam sobre as nossas rosas, Numa vingança vã contra a vitória.   Juntos da ignorância e do rancor, De hipócritas, de um ópio...

Por Luís Fernando Praga A gosto da vida sucedem segundas, palavras perdidas, feridas profundas, segredos eternos, pavores, infernos e a vida nos treina em estios e invernos… A gente tropeça, rasteja, peleja, flutua na esfera, almeja...