Ninguém que viu o bolsonarismo surgir pode ignorar que a serpente está viva e sua peçonha mais maligna do que nunca

Mas nenhum mortal que houvesse acompanhado a emergência do bolsonarismo poderia ignorar que a serpente continuava viva, e sua peçonha mais viva e maligna do que nunca. Naquele então como agora, quando o cantochão liberal da “pacificação nacional” – sempre invocado quando a direita perde – é a chave para a impunidade dos criminosos, felizmente rechachada pelo presidente Lula no tom devido.









