.Por Roberto Amaral.
O infame comércio de sangue – Em tempos de “delações premiadas” (direito privativo de réus confessos), a capa da edição do último 04/10 da Folha de S. Paulo, reproduzida noutros jornalões, é o recibo do aluguel de sua opinião (e dos demais) ao serviço da infame comercialização do sangue humano, em proveito de uma gangue internacional, em prejuízo do SUS e, por consequência, em detrimento dos que não podem se internar na Rede D’Or ou no Sírio-Libanês.
Aprovada na CCJ do Senado, a proposta repulsiva caminha para ser referendada por suas excelências, nos próximos dias, no plenário daquela casa legislativa. Resiste a honrada ministra Nísia Trindade.
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