O pior resultado tinha sido em 2002, durante o governo de Fernando Henrique (PSDB), por causa da crise do racionamento de energia elétrica, quando houve recuo de 4,9%.
Os economistas da Serasa explicam que as dificuldades enfrentadas pelos consumidores, como juros altos nos crediários, desemprego em alta e baixa na confiança, impactaram negativamente a atividade varejista.
A maior retração foi no segmento de veículos, motos e peças, cuja queda foi de 13% frente ao mesmo período do ano passado. A segunda maior queda foi de 12,6%, observada nas lojas de tecidos, vestuário, calçados e acessórios. Houve recuo de 11,1% nas lojas de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática.
Retrações menores ocorreram nas lojas de material de construção (-5,4%) e nos supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (-7,0%). Somente o segmento de combustíveis e lubrificantes se manteve no terreno positivo, com alta de 1,8%.(Agência Brasil)
Veja mais sobre a economia no ano do golpe:
Fiesp, que apoiou o golpe parlamentar, vê produção industrial despencar 7%
No ano do golpe, 18 mil lojas foram fechadas em shopping centers do Brasil
Paulo Skaf, da Fiesp, prejudicou empresários com o golpe e delator diz que ele ficou R$ 6 milhões
Empresários do comércio são os mais prejudicados com golpe e novo governo
(foto tomaz silva - ag brasil) O recorde histórico de arrecadação da União com impostos…
(foto coletivo nex.arte - divulgação) Reconhecer mitos, lendas e seres de outros mundos vai muito…
(foto luiza meneghetti - divulgação) Costurando desejo, raízes e potência feminina, a cantora e compositora…
O elenco durante ensaio do espetáculo (foto reprodução - instagram) O grupo Cháos Coletivo Teatral…
(foto danilo ferrara - divulgação) O mercado de trabalho atual, com todas as suas contradições…
(foto Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF) O governo federal vai propor ao Congresso Nacional que o Exame…