(imagem reprodução)
A Lava Jato 2 (conluio mídia e investigação), é como está sendo chamada da ação da Polícia Federal e do ministro do STF, André Mendonça no caso BolsoMaster e INSS. Vazamentos seletivos e sem importância central na trama, para atuar politicamente e tentar atingir o presidente Lula em ano de eleição, estão a todo vapor. Com mais de dezenas de envolvidos até o pescoço, nenhum teve sigilo quebrado e vazado para a imprensa como no caso de Fábio Luís da Silva, filho de Lula.
Enquanto os envolvidos seguem protegidos, a quebra do sigilo do filho do presidente rendeu matérias negativas e acusatórias, mas os dados das contas revelaram uma movimentação financeira compatível com sua atuação como empresário, com todas as entradas e saídas devidamente declaradas e justificadas, sem qualquer rastro de ilicitude e nenhum recurso do Careca do INSS.
“Os números, que serviram de munição para o alarmismo da oposição, mostram-se, sob a luz dos fatos, apenas uma chancela de regularidade. Entre janeiro de 2022 e janeiro de 2025, a movimentação de R$ 19,5 milhões, composta por R$ 9,774 milhões em créditos e R$ 9,758 milhões em débitos, reflete a dinâmica natural de suas empresas, a LLF Tech Participações e a G4 Entretenimento e Tecnologia. Mais do que isso, a investigação fulminou a tese central da acusação: não existe um único centavo recebido de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. A tentativa de ligar o filho do presidente da República a desvios na previdência social revelou-se um vazio jurídico e ético, expondo a ausência gritante de elementos que sustentassem a quebra de sigilo”. (link)
Enquanto isso, o principal da investigação é esquecido:
A Igreja Lagoinha, especificamente através do pastor Fabiano Zettel e ligações com André Valadão, teve laços estreitos com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, incluindo a construção de um templo, uso de jato privado em campanha política de 2022 por Nikolas Ferreira e Guilherme Batista, e suspeitas de lavagem de dinheiro, resultando em prisões pela Polícia Federal. A cúpula da Lagoinha, incluindo André Valadão, estreitou laços com os Vorcaro, com menções a um “banco cristão” cujos dados coincidiam com o endereço da igreja. Nikolas Ferreira não teve sigilo quebrado nem divulgado pela mídia.
O governador do DF, Ibanês Rocha, que envolveu o uso do BRB (Banco de Brasília), instituição estatal, em operações com o Banco Master, não teve sigilo quebrado de vazado. O BRB tentou adquirir 50% do Banco Master. O Tribunal de Contas teria alertado sobre o risco do negócio. O BRB comprou cerca de R$ 1,2 bilhão em carteiras de crédito consideradas “fajutas” ou de baixa qualidade do Master.
Mensagens interceptadas da PF revelam que o dono do banco, Daniel Vorcaro, afirmou ter combinado uma “estratégia de guerra” com Ibaneis para garantir a venda ao BRB.
Ibaneis é alvo de pedidos de impeachment e investigação criminal. Ele nega ter tratado de estratégias de venda com o banqueiro.
A participação do governo fluminense Cláudio Castro (PL) está ligada ao aporte de recursos previdenciários da Rio Previdência no banco privado. O fundo de pensão dos servidores do Rio de Janeiro investiu aproximadamente R$ 1 bilhão em ativos do Banco Master quando a instituição já enfrentava uma crise severa. A Polícia Federal prendeu o ex-presidente do RioPrevidência no âmbito dessas investigações.
Castro é investigado formalmente pela aplicação desses fundos públicos em uma instituição que apresentava sinais de fraude e insolvência.
O ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, também não teve o sigilo quebrado. Relatórios indicam que o Banco Central, sob o comando de Campos Neto, recebeu avisos do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e possuía relatórios internos apontando riscos de liquidez e expansão alarmante do Master com ativos obscuros, mas não teria agido a tempo de evitar a fraude bilionária. Somente no governo Lula, com Gabriel Galípolo, a fraude do Banco Master foi estancada.
O atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, determinou uma auditoria para apurar se a gestão anterior falhou na fiscalização ou se normas editadas no período Campos Neto facilitaram as fraudes.
O Banco Master sofreu liquidação extrajudicial pelo BC em novembro de 2025 após a descoberta de um rombo estimado em R$ 12 bilhões, envolvendo desvios para uma complexa cadeia de fundos e lavagem de dinheiro, resultando na prisão do seu proprietário, Daniel Vorcaro.
Até o sigilo de Ciro Nogueira (PP) está protegido pela PF e André Mendonça do STF. Mensagens interceptadas pela PF no celular do banqueiro Daniel Vorcaro (ex-dono do Master) revelam uma relação íntima entre os dois. Vorcaro referiu-se a Ciro Nogueira como um “grande amigo de vida” em conversas privadas. Os diálogos indicam que o senador atuava como um canal de interlocução política para os interesses do banco no Congresso. Até agora não vazou a quebra de sigilo de Ciro Nogueira, que tentou emplacar uma lei para beneficiar o Master.
Outra personagem é Letícia Caetano dos Reis, que é irmã de Alexandre Caetano dos Reis, apontado como sócio de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em uma empresa sediada nas Ilhas Virgens Britânicas. Letícia é sócia-administradora do escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desde a fundação da banca, em 2021. Vejam que coincidência.
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