Por Eduardo de Paula Barreto
Não enterre um idealista
Tentando torná-lo silente
Pois é de terra que precisa
Toda boa semente
Para poder germinar
E em árvore se transformar
Reinando no grande jardim
Que só aceita em seu berço
Sementes que veem começos
Onde outras enxergam o fim.
.
O idealista é como a planta
Que se adapta a cada estação
Na primavera se encanta
E venera o Sol no verão
No outono cede suas folhas
Para que o vento as recolha
Deixando os seus galhos secos
Para num gesto fraterno
Amenizar o frio do inverno
Se transformando em gravetos.
.
O idealista se fortalece
Diante das adversidades
E finca raízes que descem
Se fixando na verdade
Da qual retira o alimento
Que nutre o pensamento
Que o torna imune
À covardia do opressor
Porque quem espreme a flor
Se embriaga com o seu perfume.
20/07/2016
.
(imagem reprodução) Estudantes indígenas da Unicamp realizam nesta sexta-feira, dia 6 de novembro, às 10h,…
(foto reprodução - video protesto) A renúncia do presidente do Paraguai, Santiago Peña, anunciada nesta…
(foto denise jardim - divulgação) Marcada pela liberdade de criação e pela experimentação com cores,…
(foto divulgação) O BikeCine, circuito itinerante de cinema gratuito que usa a energia gerada pelo…
A última exibição de 2026 da Sessão de Cinema Reserva Imovision na ADunicamp acontece no…
(imagem divulgação) O Partido Democrata conquistou o controle das duas Casas do Congresso dos Estados…