Por Luís Fernando Praga
Eu hoje já não ouço mais gemidos
Daquela fome que matava os pobres.
Eu sou a gratidão dos excluídos
Pela grandeza de teus gestos nobres.
Então busco o perfume mais sublime,
Um lago bem tranquilo como espelho,
Quero fazer um verso que te anime,
Das rosas, quero o ruge mais vermelho!
Quero te dar a melhor energia
E ter a cura para o teu cansaço.
Quero colher os frutos da alegria
E ofertá-los a ti com meu abraço.
Meu grito é voz do o oprimido,
Dos negros, índios e LGBTs,
Dos poetas, do povo preterido,
A voz dos que não saem nas TVs.
Respeito eternamente teu passado,
E a tua dor é em nosso coração,
Nosso futuro será do teu lado,
Mulher de luta, mãe da inclusão!
Quero te dar alento e poesia,
Te ver envolta pela paz mais pura,
Que encontres o dom da utopia,
E que acordes num mundo sem tortura.
E pelos ideais de quem “pelea”,
Convicto que a história é quem nos filma,
Pela índole de alguém que não odeia,
Sim! Pelo amor ao ser humano Dilma!
"Restinga de Canudos", da Cia. do Tijolo (foto alécio cezar - divulgação) O Feverestival –…
(foto divulgação) Campinas recebe nos dias 12, 13 e 14 de junho mais uma edição…
(imagem pcsp) O Ministério Público de São Paulo faz na manhã desta terça-feira (9) a…
(foto reprodução instagram) A música negra brasileira e a valorização da ancestralidade ganham destaque no…
(ricardo lima - divulgação) O Movimento Educação Sempre (MES) realiza, entre os dias 8 e…
(foto telma martins - divulgação) O Teatro Castro Mendes recebe no próximo dia 14 de…