
Movimento cultural que marcou o Brasil nos anos 1960 e 1970, a Tropicália apresentou ao país uma produção artística renovada e diversa, de músicos como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé e de cantoras como Gal Costa e Maria Bethânia, entre tantos outros. O musical “Tropicália – A gente não esquece”, que o grupo Amado estreia neste domingo (13/9) no Teatro Castro Mendes, explora o nascimento desse movimento e leva ao palco sucessos da época.
A peça acompanha um grupo de jovens e talentosos artistas que, em plena ditadura militar, se organiza em torno de um objetivo comum: revolucionar o cenário das artes brasileiro, propondo uma nova maneira de se pensar a cultura e o próprio Brasil.
Com direção geral de Cris Carvalho, dramaturgia e direção de cenas de Mateus Gomes e direção musical de Ana Praxedes, “Tropicália – A gente não esquece” é um tributo a grandes nomes da nossa música e, como define o grupo, parafraseando a letra de “Divino Maravilhoso”, canção de 1968 composta por Caetano Veloso e Gilberto Gil, “um emocionante convite à memória do nosso país e à compreensão de que é preciso, ainda hoje, estar atento e forte”.
Sediado em Campinas, o Amado é o grupo de teatro amador do Estúdio Cênico, um projeto pioneiro na cidade que busca promover e valorizar os artistas amadores, e ampliar o acesso à arte com ações formativas e de mediação cultural.
Idealizado por Cris Carvalho e pelo Espaço Cultural Estúdio Cênico, que no ano de 2026 completa 26 anos, o projeto aposta na potência do fazer teatral amador, entendendo “amador” como aquele que ama a arte e se dedica a ela com paixão, mesmo sem fins profissionais. (Com informações de divulgação)
Serviço
Data: 13 de setembro de 2026 (domingo)
Horário: 19h
Local: Teatro Municipal José de Castro Mendes
Endereço: Rua Conselheiro Gomide, 62, Vila Industrial, Campinas-SP
Ingressos: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia), à venda pela plataforma Sympla
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