
A história, a cultura e as transformações da China ao longo dos séculos chegam a Campinas em uma experiência imersiva que coloca um dos maiores símbolos do país no centro da narrativa. O Instituto CPFL recebe a exposição “A Grande Muralha da China”, experiência inédita no Brasil que propõe ao visitante uma nova forma de conhecer esse patrimônio histórico.
Com uma combinação de tecnologia e conteúdo histórico, a exposição percorre diferentes momentos da trajetória da Muralha e revela como ela se transformou ao longo do tempo. Inspirada na metáfora curatorial do “Dragão de Pedra que Nunca Dorme”, a experiência apresenta a Muralha como uma construção que atravessou diferentes períodos e continua viva no imaginário contemporâneo.
Criada pela YDreams Global, a mostra usa projeções, recursos audiovisuais, mapas digitais, instalações interativas e experiências multissensoriais para conduzir o público por uma viagem que passa pelas primeiras estruturas defensivas, pelas diferentes dinastias chinesas, pela Rota da Seda e chega à Muralha nos dias atuais.
A exposição integra as atividades da 10ª edição da programação da frente “CPFL Intercâmbio Brasil-China” e ganha significado especial em 2026, ano escolhido pelos governos dos dois países como Ano da Cultura China-Brasil. Com entrada gratuita, a mostra permanece em cartaz até 31 de outubro, na Galeria do Instituto CPFL.
Rota da Seda
A experiência começa apresentando ao público diferentes elementos da cultura chinesa e da história da Muralha. O visitante encontra uma ambientação que remete à arquitetura tradicional do país e, ao longo do percurso, é convidado a descobrir como a construção se relacionou com o desenvolvimento de territórios, cidades e rotas comerciais.
Um dos destaques é a Rota da Seda, apresentada de forma interativa. Por meio de recursos digitais, o público pode visualizar os caminhos percorridos por comerciantes e viajantes, conhecer cidades e regiões que fizeram parte desse circuito e compreender a importância dessas conexões para a troca de produtos, costumes e conhecimentos entre diferentes povos.
A exposição também aproxima o visitante dos aspectos menos conhecidos da construção da Muralha. Materiais e técnicas utilizados em diferentes momentos da história podem ser observados e explorados em estações táteis, mostrando como os recursos disponíveis em cada época influenciaram a forma de construir e preservar essa estrutura.
O dragão que nunca dorme
No centro do percurso, o visitante encontra uma experiência imersiva que amplia a percepção sobre a dimensão e a diversidade dos territórios atravessados pela Grande Muralha. Imagens projetadas em grandes dimensões, sons e efeitos sensoriais criam uma ambientação que remete às montanhas, aos desertos e às antigas passagens que fazem parte dessa trajetória.
A proposta é apresentar a Muralha não como uma estrutura única e estática, mas como resultado de diferentes períodos de construção e transformação. Ao percorrer esse ambiente, o público entra em contato com os contextos históricos e com as pessoas que viveram, circularam e estabeleceram relações ao redor das estruturas.
A metáfora do “Dragão de Pedra que Nunca Dorme” ajuda a conduzir essa narrativa. Torres, caminhos e portões ganham novos significados dentro da experiência e passam a representar não apenas elementos arquitetônicos, mas também os fluxos de pessoas, encontros, conflitos e trocas culturais que marcaram a história da região. (Com informações de divulgação)
Serviço
Data: até 31 de outubro de 2026
Horário: segundas, terças, quartas e sextas das 8h às 17h, quintas das 8h às 19h e sábados das 10h às 16h
Local: Instituto CPFL
Endereço: Rua Jorge de Figueiredo Corrêa, 1.632, Chácara Primavera, Campinas-SP
Ingressos: entrada gratuita
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