Governo Lula bate recorde no transporte aéreo três anos seguidos no primeiro semestre

(foto paulo pinto – ag brasil)

O governo Lula bateu três recordes no transporte aéreo de passageiro. Durante os três primeiros semestre, dos anos de 2024, 2025 e 2026, o Brasil teve uma aumento contínuo no número de passageiros, mesmo diante da Guerra dos EUA e Israel contra o Irã. O ataque militar dos EUA contra o irã provocou um aumento nos preços dos combustíveis, mas as ações do governo Lula (PT) conseguiram evitar uma queda na procura por viagens.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) atualizou os dados do relatório de demanda e oferta com os dados de junho de 2026. No primeiro semestre deste ano, a movimentação de passageiros totalizou 65,2 milhões de viajantes, um aumento de 5,4% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram 61,8 milhões. No primeiro semestre de 2024 foram 56,2 milhões.

No total deste ano de 2026, no segmento doméstico foram 50,2 milhões de passageiros transportados, enquanto no internacional foram 15 milhões.

No mês de junho, a movimentação total foi de 10,3 milhões, uma redução de 0,9 % em relação a junho de 2025. Desses, 8,1 milhões de passageiros foram registrados no mercado doméstico e 2,2 milhões no mercado internacional.

A demanda, indicador medido pela multiplicação de passageiros e de quilômetros voados, teve aumento de 0,2% no setor doméstico e 1% no setor internacional em relação a junho do ano anterior. Já a oferta, mensurada pela multiplicação de assentos ofertados por quilômetros voados, cresceu 3,3% no segmento doméstico e 2,3% no internacional.

Cargas movimentadas
A movimentação de carga nos aeroportos brasileiros no primeiro semestre alcançou a marca de 673,6 mil toneladas, 1,4% a mais do que o registrado no mesmo período de 2025. Des s as, 225,4 mil toneladas foram processadas no setor de carga doméstica e 448,2 mil no internacional.

Já no mês de junho, a carga total movimentada foi de 116,1 mil toneladas, aumento de 6,6% em comparação a junho de 2025. O setor de cargas domésticas processou 38,3 mil toneladas de carga, enquanto o setor de cargas internacionais movimentou 77,8 mil toneladas. (Com informações do govbr)


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