
Os moradores do distrito de Barão Geraldo, em Campinas (SP), denunciaram que foram surpreendidos com a empresa MB trabalhando para a Prefeitura na surdina a partir das 22h00. Eles atuaram no local até meia noite para tirar todas as toras de madeira cortadas na devastação arbórea da Praça do Coco, ocorrida nesta semana.
Segundo os moradores, na quarta-feira e na quinta-feira, a população fez Vigília e não deixou as toras serem levadas. A empresa responsável foi diversas vezes exigir tirar as toras e mais dois galhos que estavam dependurados, inclusive um deles com cinta e que ofereciam gravíssimo risco de queda. “Mas era só desculpa, porque fizeram o trabalho na calada da noite e deixaram os dois galhos lá. Dependurados com risco de queda”, anotaram nas redes sociais.
Ainda segundo os moradores, o objetivo da Prefeitura de Campinas era “sumir com as evidências de extração de árvores saudáveis em Barão Geraldo”. Os moradores prometem uma nova manifestação em defesa da Praça do Coco e de todas as árvores da cidade no sábado, 02 de maio, as 10h00.
Nesta semana, com votos dos vereadores da base do prefeito Dário Saadi (Republicanos) na Câmara de Campinas, foi rejeitado o pedido de convocação do secretário municipal de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, para prestar esclarecimentos sobre o corte de árvores realizado nesta terça-feira (28/4) na Praça do Coco, em Barão Geraldo
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