A imprensa brasileira tem o mesmo discurso que a extrema direita fascista tem do Brasil, mas em relação à Venezuela. A extrema direita brasileira diz lá fora que tudo é aqui no Brasil controlado pelo Lula, inclusive o Supremo Tribunal Federal e a Justiça Eleitoral. A Globo e outras mídias fazem a mesma coisa e dizem que tudo na Venezuela é controlado por Maduro.
O mais interessante é que chamam Maduro, eleito pelo voto, de ‘Ditador’ e Ernesto Geisel, que não teve nenhum voto na Ditadura de 64, de “presidente”. E vai continuar chamando Maduro de “ditador eleito” porque isso faz parte do jogo de poder das elites mundiais. O presidente Nicolas maduro foi reeleito neste domingo para um terceiro mandato no governo da Venezuela com 51,2% dos votos. Em discurso depois do anúncio do resultado, ele celebrou a vitória e disse que a oposição quis sabotar o processo do começo ao fim.
“Posso dizer diante do povo da Venezuela e do mundo: sou Nicolás Maduro Moros, presidente reeleito da República Bolivariana da Venezuela”, declarou desde o palco, onde estava acompanhado por sua esposa Cilia Flores e outros dirigentes chavistas. “Haverá paz, estabilidade e justiça. Paz e respeito à lei”, enfatizou.
Maduro também reforçou a denúncia do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) sobre um ataque hacker contra o sistema eleitoral. “A procuradoria-geral da República é o Ministério Público vão investigar e acusar os responsáveis. Mas já sabemos de que país veio”. Elvis Amoroso, o presidente do Conselho Nacional Eleitoral, também denunciou uma “agressão contra o sistema de transmissão de dados que retardou” a contagem.
No discurso, não faltaram farpas ao presidente argentino, Javier Milei, que havia afirmado antes da divulgação dos resultados que Buenos Aires “não vai reconhecer outra fraude” e pediu que militares venezuelanos “defendam a democracia e a vontade popular”, eufemismo para um Golpe de Estado.
“Javier Milei não aguenta um round comigo”, disse Maduro, arrancando aplausos da multidão.
Oposição no estilo Trump e Bolsonaro, a mesma história
Mas a líder da oposição, María Corina Machado, não aceitou a derrota e reivindicou a vitória de seu candidato, Edmundo González Urrutia. Ela chegou a afirmar – sem apresentar provas -, que seu candidato, Edmundo Gonzáles Urrutia havia “obteve 70% dos votos e Nicolás Maduro 30%. Esta é a verdade”, disse ela.
Corina convocou seus fiscais a permanecerem nas seções eleitorais até que sejam disponibilizadas as atas eleitorais. A Justiça eleitoral venezuelana diz que 54% das urnas sejam auditadas e a oposição diz ter tido acesso a apenas 30% delas.
Maduro foi reeleito para um terceiro mandato consecutivo de seis anos. Após 25 anos de chavismo na Venezuela, Maduro, de 61 anos e no poder desde 2013, recebeu 5,15 milhões de votos (51,2%), de acordo com o primeiro boletim oficial com 80% dos votos apurados. Ele venceu o opositor Edmundo González Urrutia, que obteve 4,45 milhões de votos (44,2%). A participação foi de 59%, segundo Amoroso. Com isso, Maduro se projeta para permanecer 18 anos no poder, até 2031.
Entre as centenas de observadores internacionais do pleito, estava uma delegação do Centro Carter e um painel de quatro especialistas da ONU. (Com informações do BdF)
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