As criptomoedas se tornaram populares de vez entre brasileiros e estrangeiros. Foi pensando nisso que a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) trouxe um estudo relacionado aos ativos digitais no Brasil.
A ideia do Raio X do Investidor publicado pela Anbima é oferecer uma visão geral de como os brasileiros interagem com as criptomoedas, sendo essencial para compreender melhor esse mercado no Brasil.
Ao longo da sua publicação, a Anbima destacou uma série de fatos muito interessantes, como a idade média das pessoas que têm criptomoedas em carteiras. De acordo com os dados revelados pela associação, aproximadamente 39% dos brasileiros que investem em ativos digitais estão na faixa etária entre 41 e 60 anos de idade.
De acordo com as informações da Anbima, os brasileiros com idade entre 26 e 60 anos representam mais da metade do povo do Brasil que investe em criptomoedas. Os dados publicados em 2023 apontam que 63,2% dos brasileiros que têm ativos digitais estão nessa faixa etária.
A segunda faixa etária que mais tem ativos digitais em carteiras é a de 16 a 25 anos, representando aproximadamente 20% do total de brasileiros com criptomoedas. Por fim, quem tem mais de 61 anos é a parcela que menos tem esse tipo de ativo.
Ter criptomoedas em carteira é algo que tem objetivos distintos para cada brasileiro. De acordo com os dados da Anbima, os brasileiros têm esse ativo por motivos como a compra de um imóvel, automóvel, empreendedorismo e muito mais.
Mas o que chamou a atenção no que diz respeito ao objetivo do investidor que acompanha a cotação Bitcoin é que a maioria dos brasileiros que tem esse ativo digital tem como intenção a compra da casa própria ou de um imóvel.
A 6ª edição do Raio X do Investidor apresentou que 29,7% dos brasileiros que têm criptomoedas objetivam a compra de um imóvel utilizando esses ativos digitais ou a rentabilidade obtida com eles.
Em segundo lugar aparece a ideia de manter um dinheiro aplicado, com 20,8%. Isso está de acordo com a faixa etária em que mais há pessoas com ativos digitais, já que indivíduos a partir de 26 anos procuram maior estabilidade com a compra de seu próprio imóvel.
Outras informações muito interessantes que podem ser acessadas no estudo da Anbima são dados como o gênero dos investidores e em qual estado brasileiro eles estão mais localizados. De acordo com as informações publicadas pela associação em sua 6ª edição, 43,5% das pessoas que têm criptoativos no Brasil estão na região sudeste.
O segundo estado mais popular em termos de criptomoedas em carteira é o nordeste, o qual responde por 26,1%. O sul aparece em 3º lugar com 14,7%, sendo seguido por norte e centro-oeste por último.
Como o sudeste tem a maior população brasileira em termos de estados, é esperado que o maior contingente de pessoas que tenham ativos digitais em carteira estejam localizadas nessa região do país, mesmo com questões financeiras que aconteceram com relação as criptomoedas.
No entanto, como esse é um mercado que muda muito, há grandes chances de que as próximas edições do Raio X do Investidor possa apresentar dados diferentes das publicações anteriores, principalmente com as novas criptomoedas que oferecem ainda mais opções para quem procura uma alternativa diferenciada para investir, ou então pretende aplicar o seu dinheiro em um projeto diferenciado quando comparado com outras opções no mercado.
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