Depois do documentário ‘Bolsonaro e Adélio – uma fakeada no coração do Brasil’, de Joaquim Carvalho (TV 247) e da reação do deputado Eduardo Bolsonaro na Câmara enlouquecido como a citação da ‘fakeada’, o Brasil precisa esclarecer de uma vez por todas a nebulosa história facada de Adélio. Mais que uma CPI do 8 de janeiro, é preciso uma CPI do estranho atentado em Juiz de Fora.
Depois do documentário e de inúmeros outros acontecimentos, uma CPI no Senado para desvendar exatamente o que aconteceu em Juiz de Fora em 6 de setembro de 2018, véspera do Dia da Independência, seria fundamental. Aliás, essa data, grita pedindo que seja investigada.
Uma CPI para responder as inúmeras perguntas e lacunas levantadas pelo documentário de Joaquim Carvalho.
Todos os personagens, que fugiram de Joaquim Carvalho, podem ser convocados: seguranças oficiais, seguranças secretos, o próprio Adélio, advogados do Adélio, donos da do clube de tiro, filhos de Bolsonaro, quem achou a faca, quem tinha pano branco na Bolsa e tantos outros que fazem parte dessa história.
Durante o documentário de Joaquim Carvalho, é impressionante que todos os envolvidos diretamente no caso fugiram e não deram entrevistas mostrando o rosto. A CPI pode convocá-los para esclarecer os fatos.
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