.Por Marcelo de Mattos.
A naturalização da desigualdade social, discriminando seres humanos por categorias, conforme a posição econômica é uma herança da escravidão, onde se considera “normal, aceitável ter ‘gente’ de um lado e ‘subgente’ de outro” (Jessé Souza).
A desigualdade socioeconômica e racial aumenta o risco de morte da população negra menos escolarizada e com renda mais baixa. Hoje, são 13,5 milhões na extrema pobreza; 31 milhões sem água potável, 74 milhões sem esgoto, 12 milhões compartindo um quarto, 25 milhões com um banheiro para 10 pessoas e 6 milhões sem banheiro.
A dimensão do processo histórico e político do racismo estrutural no Brasil são acentuados pela pandemia: 54,8% dos negros morreram nos hospitais vítimas da Covid-19, contra 37,9 de brancos. De cada 100 mil pessoas no Brasil morrem 6 vezes mais nas favelas que nos bairros privilegiados, impactos decorrentes dos piores índices sociais e de saúde apresentados.
Na cidade de São Paulo, o risco de morte entre negros com menos de 60 anos é o dobro dos brancos da mesma faixa etária onde a diferença entre distritos com maior e menor taxa de mortalidade é 5,7 vezes maior nos mais pobres.
(foto divulgação) O Duo Música de Interior, formado por Aniela Rovani e Rafael Cardoso, apresenta…
https://www.youtube.com/live/yLRhAJZarLI?si=oOFxkCt04yFR5Ky_ Carta na Breja 16,3%, que será apresentado ao vivo nesta segunda-feira, 22 de junho,…
(foto divulgação) Os fãs de rock nacional já podem se preparar para uma noite histórica…
Cartaz em manifestação pela educação em Campinas (foto reprodução vídeo instagram) Trabalhadores da educação, entidades…
(foto firmino piton - pmc) Estão abertas as inscrições para quatro cursos gratuitos de audiovisual…
(foto reprodução instagram) Com a Banda Sinfônica e convidados será aberta nesta segunda-feira, 22 de…