.Por Marcelo de Mattos.
Até quando? As palavra iniciais de Cícero, o grande tribuno romano (106 a.C) denunciando a conspiração do senador Catilina, que pretendia destruir a República Romana ainda são ouvidas.
A exemplo das “Catilinárias” é a inação do Estado brasileiro em punir os crimes de lesa-pátria, de violação à Constituição e soberania pertencente ao povo brasileiro.
A mais recente denuncia ao deputado Eduardo Bolsonaro por entregar um dossiê para os EUA delatando mil pessoas por lutarem contra o fascismo e o relatório secreto do Ministério da Justiça classificando como “antifascistas” mais de 500 servidores públicos são exemplos do Estado miliciano-policialesco que tristemente nos tornamos.
Como na prisão do pesquisador da Fiocruz ou no lavajatismo de Curitiba que armazenam dados de 38 mil pessoas investigadas sem fatos, motivação e provas, inseguros nos perguntamos: “Quousque tandem”?
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