.Por Eduardo de Paula Barreto.
O branco da paz que se espera
O azul do céu e dos rios
O amarelo das riquezas da terra
E o verde das matas do Brasil
São banhados pelo suor
Que lava o meu temor
E desperta a alma guerreira
Me fazendo lutar sem medo
Tendo sobre o meu peito
A armadura da bandeira.
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Ordem e progresso como lema
Democracia como sistema político
E como vigésima oitava estrela
O direito ao pensamento crítico
E o mastro como espada
Para defender a Pátria amada
Contra os traidores
Que de camisas amarelas
Gritam do alto das janelas:
‘Que voltem os ditadores’.
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Da minha bandeira faço manto
Da liberdade faço razão de viver
E para ser livre suporto o pranto
Lutando sem medo de morrer
E rompo os grilhões
Das ideologias e tradições
Que prendem minhas mãos
Impedindo que eu hasteie
A bandeira e assim peleie
Pela minha evolução.
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Eduardo de Paula Barreto
14/07/2020
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