.Por Eduardo de Paula Barreto.
Vai começar o carnaval
Todos põem seus adereços
E buscam o tom ideal
Para cantar o samba enredo
E em cima do carro alegórico
O Presidente estrambólico
Vestindo um traje esquisito
Exibe armas de guerra
E atira contra a galera
Que morre gritando: ‘Mito’.
.
Então surge outro carro
Trazendo como alegoria
Um juiz como um espantalho
Que deixou de ser fantasia
Para espantar da sociedade
A crença na imparcialidade
Que deveria embasar a justiça
Que virou um mecanismo
Para transformar em ministro
Um juiz cheio de cobiça.
.
Como base para o samba
Brilha a alegre bateria
Mas logo desanda
Prejudicando a harmonia
E o economista carnavalesco
Que prometeu um nababesco
Carnaval aos brasileiros
Admite que mentiu
Só para doar o Brasil
Ao capital estrangeiro.
.
Assim o Carnaval termina
Com a porta-bandeira
Colocando lá em cima
A bandeira brasileira
Que rompe a hipnose
E transforma a apoteose
Numa reunião política
E os que foram enganados
Deixam o circo de lado
E tomam posse da avenida.
.
.
(foto washington costa - mf) O governo Lula formalizou, nessa quinta-feira (13), a abertura de…
(foto divulgação) Combinando referências do hip-hop, narrativas populares, mitologias ancestrais e questões ambientais contemporâneas, a…
(foto divulgação) Dois dias e uma pista aberta para dançar ao som de diferentes vertentes…
(foto pedro farias - divulgação) Inspirado na mitologia iorubá e nas histórias reunidas por Reginaldo…
(foto divulgação) A Casa do Lago, na Unicamp, recebe no sábado, dia 15 de agosto,…
(foto aline granado - divulgação) Campinas recebe a turnê 2026 da Orquestra Filarmônica Inclusiva neste…