As promotoras do Ministério Público do Rio de Janeiro afirmaram que a tatuagem no braço do policial militar reformado Ronnie Lessa foi conclusiva para determinar a acusação de que ele foi o atirador que matou a vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista, Anderson Gomes, em 14 de março do ano passado.
Cautelosos, os assassinos não saíram do carro durante a tocaia para matar Marielle. Mas em um momento, enquanto aguardava para cometer o crime, o atirador que estava no banco de trás colocou o braço sobre o banco permitindo que uma câmera de segurança filmasse parte do seu braço, mesmo com o veículo Cobalt, em que estavam, ter insulfim.
O braço de Ronnie Lessa é bastante tatuado. Os investigadores então conseguiram fotos do braço tatuado de Ronnie e, por meio de uma técnica de infravermelho, compararam o braço do atirador com o braço de Ronnie revelando os mesmos desenhos da tatuagem. “Numa câmara de infravermelho, à noite, o pigmento preto é ressaltado”, afirmou a promotora Elisa Fraga, do MP
Isso contribui para a confimação de que o policial militar Ronnie Lessa era o atirador. A partir daí começaram a identificar o possível motorista e chegaram ao ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz. Os dois foram presos nesta terça-feira (12) durante a execução da Operação Lume realizada pela Delegacia de Homicídios (DH) da Capital e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao crime Organizado (Gaeco/MPRJ).
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