.Por Sandro Ari Andrade de Miranda.
Já fui torturado, tive meu corpo empalado
e mesmo assim não silenciei.
Clamo por liberdade porque minha voz não encontra limites,
está depositada na alma daqueles que sonham,
daqueles que sofrem com o ódio e o preconceito e mesmo assim não desistem.
Clamo por liberdade porque nem os porões da violência podem me parar,
levanto a minha mão cerrada e canto com todas as minhas forças.
Não aceito palavras vazias, nem ameaças, nem opressão.
Clamo por liberdade porque não há vida na escuridão.
Não é possível aceitar o silêncio imposto por almas sem compaixão.
Clamo por liberdade e dela não desisto, pois meus sonhos não tem preço e a minha vida não tem fim.
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