O candidato sempre atacou ferozmente as garantias dos Direitos Humanos. O candidato é defensor de uma polícia com liberdade para matar, contrariando regras básicas de civilidade.
A representante da entidade, Birgit Gerstenberg, pediu uma investigação rápida do crime. “Confiamos nas autoridades brasileiras para uma pronta investigação e punição dos responsáveis”.
Ela destacou a importância de assegurar a integridade dos candidatos durante a campanha.
“O processo eleitoral precisa garantir o direito à participação nos assuntos públicos, incluindo o direito à vida, à integridade física e às liberdades de expressão, reunião e associação”, explicou.
Ataque
Na tarde de ontem (6), o candidato recebeu uma facada no abdômen enquanto participava de um ato de campanha na cidade mineira de Juiz de Fora. Ele foi operado para estancar uma hemorragia em veia abdominal, teve o intestino delgado costurado e parte do intestino grosso retirada. Ele também foi submetido a uma colostomia e, em até dois meses, terá de ser operado novamente. Na manhã de hoje (7), ele foi transferido para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
O autor do ataque a Bolsonaro foi preso pela Polícia Militar da cidade. A Polícia Federal, responsável pela segurança do candidato, abriu inquérito para investigar o caso. (Agência Brasil)
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