Ontem, o Estadão publicou uma reportagem de Adriana Miranda, em que mostra a incapacidade da Prefeitura de Campinas de, em 4 anos, não conseguir fazer a manutenção de uma das principais obras arquitetônicas da cidade.
Como relembra o texto da repórter, o CCC, como é conhecido, é um o conjunto arquitetônico formado por quatro edifícios em cruz que abrigam na parte superior as arquibancadas de um teatro de arena, com capacidade de 5 mil a 8 mil pessoas. Inaugurado há 40 anos, a obra de Fábio de Moura Penteado inclui ainda um teatro interno, na parte subterrânea do Convivência, onde há também um anel interligando todos os prédios por meio de galerias para exposições, salas para escolas de arte, cinemateca, cafés.
Sem transparência, conforme relata especialista em restauro de bens móveis e de patrimônios Tereza Penteado, sobrinha do arquiteto Fábio Penteado, a Prefeitura fechou uma polêmica TAC há dois anos em que aceitou uma avaliação dos problemas do prédio no valor de R$ 1 milhão. (Veja reportagem do Estadão)
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