E é com esse glamour que a TV Cultura entrevistou em horário nobre um corrupto. Um grande corrupto diga-se de passagem.
Digo corrupto, mas não é ofensa não. Com todo respeito. Ele mesmo confessou sua corrupção no programa e também no processo do mensalão, do qual foi condenado por corrupção.
Na cadeira que sentam grandes intelectuais, políticos, escritores e ganhadores do prêmio Nobel, a TV Cultura colocou o grande condenado por corrupção e presidiário, Roberto Jefferson (PTB).
Sem vergonha na tela, Augusto Nunes, o arauto do caos do programa, recuperou o corrupto Roberto Jefferson (PTB) para reapresentá-lo à sociedade paulista e brasileira. “Nosso corruptos são melhores que os outros”, foi a ênfase da entrevista.
Jefferson confirmou todas as expectativas do programa Ramphastos da TV Cultura.
Ele afirmou que é um corrupto muito mais moderado do que os corruptos do PT e outros que estão no governo e, dos quais, ele foi aliado durante vários anos, inclusive na parceria da corrupção. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), por exemplo, é um “bandido de qualidade moral e intelectual”.
Não é Roda Viva, é a Roda do Inferno.
Jefferson também discutiu a política como um grande estadista. E disse, na segunda-feira à noite, quando vai ao ar o programa, que nenhum político do PTB estava envolvido com a Lava Jato. Na terça de manhã, a Lava Jato prendeu o ex-senador Gim Argello (do PTB). Um final de ópera inacreditável. (Glauco Cortez)
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