Primus poderia ser uma peça feita simplesmente para mostrar o profissionalismo dos atores, suas qualidades técnicas de corpo, canto, percussão, dança, sapateado etc…. Essa talvez tenha sido uma das intenções, mas a peça se aproxima do público ao estabelecer a conexão desses recursos do ator de uma forma mágica com o conto “Comunicado a uma Academia”, de Franz Kafka. Aqui a direção da peça torna-se uma composição belíssima.
Todas possibilidades artísticas presentes no ator dão sentido com uma estética que une graça, rigor, crítica e humor.
As referências a nossa pasteurizada cultura são ativadas pelo humor e ao mesmo tempo nos angustia diante de uma macaco que, em uma metamorfose tipicamente kafkiana, torna-se humano. Ou seria: tornar-se um otário? Essa é talvez a principal questão a nos perturbar ao fim da peça.(Glauco Cortez)
(imagem reprodução) Os recursos que deveriam ir para área da Saúde e Educação, para construir…
(foto coraci ruiz - divulgação) Depois de estrear oficialmente no 54º Festival de Cinema de…
(foto renan ramos - divulgação) A obra de João Bosco ganha uma leitura para voz…
(foto pedro quintans - divulgação) A literatura de cordel produzida por um artista de Campinas…
(foto firmino piton - pmc) Arte, criação e pequenos negócios ocupam a Sala dos Toninhos,…
(imagens stf reprodução) A Polícia Federal cumpre 49 mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira…