Primus poderia ser uma peça feita simplesmente para mostrar o profissionalismo dos atores, suas qualidades técnicas de corpo, canto, percussão, dança, sapateado etc…. Essa talvez tenha sido uma das intenções, mas a peça se aproxima do público ao estabelecer a conexão desses recursos do ator de uma forma mágica com o conto “Comunicado a uma Academia”, de Franz Kafka. Aqui a direção da peça torna-se uma composição belíssima.
Todas possibilidades artísticas presentes no ator dão sentido com uma estética que une graça, rigor, crítica e humor.
As referências a nossa pasteurizada cultura são ativadas pelo humor e ao mesmo tempo nos angustia diante de uma macaco que, em uma metamorfose tipicamente kafkiana, torna-se humano. Ou seria: tornar-se um otário? Essa é talvez a principal questão a nos perturbar ao fim da peça.(Glauco Cortez)
(foto reprodução instagram) A música negra brasileira e a valorização da ancestralidade ganham destaque no…
(ricardo lima - divulgação) O Movimento Educação Sempre (MES) realiza, entre os dias 8 e…
(foto telma martins - divulgação) O Teatro Castro Mendes recebe no próximo dia 14 de…
(foto fernando frazão - ag brasil) A PEC 12/2026 como cavalo de Troia da precarização:…
(imagem cibelle gaidus - divulgação reprodução) Primeiro trabalho solo do multiartista, compositor e produtor cultural…
(imagem reprodução) Exibição acontece no dia 9 de junho e destaca as brincadeiras tradicionais como…