Nos dias 16, 23 e 30 de maio, por volta de 350 educadores, pais e alunos, participaram da Conferência, debatendo metas e estratégias para a educação a serem implementadas nos próximos 10 anos.
Questões como atendimento educacional; políticas para permanência e aprendizagem das crianças, jovens e adultos na escola; valorização dos trabalhadores da educação; gestão e financiamento da educação, foram os temas tratados.
O Fórum Municipal de Educação, organizador da Conferência, entregou o documento aprovado para a Secretária de Educação, que por sua vez teve a responsabilidade de, junto ao Prefeito, encaminhar um projeto de Lei do Plano a ser votado pelos vereadores. Os presentes na Conferência tinham a expectativa de que o governo respeitasse o projeto construído durante esse processo e encaminhasse, de fato, o que foi deliberado por educadores, pais e alunos.
Mas a Prefeitura de Campinas protocolou na tarde desta segunda-feira, 6 de junho, um plano na Câmara bastante alterado. Agora à noite, o Coletivo dos Educadores da Rede Municipal de Campinas publicou um documento em que mostra as alterações feitas pelo governo Jonas.
Entre as alterações estão a isenção do compromisso do poder público de gerir diretamente a educação municipal. Por exemplo, em vez de “escolas públicas”, o texto fala em “escolas autorizadas pelo poder público”. Entre outros, o documento retira a participação da comunidade escolar da participação e fiscalização de compras de materiais para a própria escola. Veja o documento com as alterações da prefeitura.
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