O tempo passou, estou chocada.
Lá fora, o mundo não para, não liga.
Doses de nostalgia e indiferença me apagam.
Escrevo por hábito.
O hábito me mantém acordada.
Sem ele, me mortifico.
Céu sem estrelas, coração de noite úmida.
Cada palavra é um mistério.
Ou apenas casca de ferida.
A quem importa a poesia?
A felicidade de noites vagas?
Ouço a escuridão atrás da porta.
Onde a alma se compõe:
dor e fantasia.
31/12/2014
Márcia Lopes (imagem fábio rodrigues pozzebom - ag brasil) Publicação produzida pela ADunicamp em parceria…
(foto vinícius santos - divulgação) A exposição “Na Flor da Pele”, da artista visual Joy…
(foto mariana petrucci - divulgação) Duas tradições e memórias musicais distintas – as da viola…
"Europa" (foto divulgação) A partir desta terça-feira, 10 de março, o Sesc Campinas exibe a…
(imagem reprodução) A Lava Jato 2 (conluio mídia e investigação), é como está sendo chamada…
Lava Jato 2 Nassif: Polícia Federal, a um passo de se tornar polícia política Se…