Deste sábado (7) até dia 21 de dezembro, a Estação Cultura estará ocupada por uma programação cultural e política diversificada, explorando toda a potência democrática e social presente no espaços públicos. A ideia dos coletivos e grupos independentes é realizar um assalto poético contra o abandono, as utilizações fechadas e não participativas do espaço público, propondo outras relações entre o espaço e as demandas artísticas e culturais da sociedade de Campinas.
Ao longo de 2013, diversos coletivos de cultura e arte de Campinas estão unindo forças no sentido de ocupar a estação culturalmente. Deste movimento surgiu a Rede Usina Geradora de Cultura, cujo nome é inspirado na antiga Usina Geradora de Energia do complexo ferroviário da antiga Estação Fepasa.
A ocupação cultural dos espaços públicos responde também ao fato de os coletivos terem percebido a existência de um aparelho potente no coração da cidade, mas pouco explorado. Depois de um ano da atual gestão, para os coletivos e grupos da cena independente pouco se avançou em relação à abertura do diálogo quanto à ocupação dos espaços públicos em nossa cidade. Os coletivos propõem que a relação com a Secretaria de Cultura precisa ser mais orgânica, dialógica, na construção participativa para com as políticas de utilização dos aparelhos públicos e na abertura de suas gestões. (Da Rede Carta Campinas com informações de divulgação)
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