Na exposição, um jardim passa a fazer parte da escultura, resgatando a ligação entre esta última e seu lugar no espaço. As dimensões do espaço, por sua vez, são exploradas pelas esculturas já na forma. As peças vão desde miniaturas até grandes esculturas. O trabalho se dá na abstração geométrica, alinhado a princípios concretistas, neo- concretistas e minimalistas. Além de simples objeto de contemplação, as esculturas interagem com o espectador a todo momento e, particularmente nesta exposição, a variedade de materiais, técnicas e recursos conceituais da escultura, que se funde e se transforma em uma obra única, contribuem para o seu efeito diante do público.
Fazem parte da exposição os artistas plásticos Alois Hunka, Alvaro Azzan, Fabiano Carriero, Giló Silvatti , Gomes Heleno, João Bosco , Mirs, Robinson Jose da Silva e Tereza Vianna. Esta geração de escultores campineiros utiliza com completa liberdade recursos e materiais novos oferecidos pela indústria e tecnologia – as borrachas, concretos, madeiras entre outros materiais e todo um enorme acervo de técnicas e formas herdadas da Arte, para projetar suas obras numa releitura de mundo.
A exposição poderá ser vista de 7 a 17 de dezembro de 2013, das 10h às 16h. Mais informações AQUI (Da Rede Carta Campinas com informações de divulgação)
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