Juanedc CC - Paris

No Brasil, segundo pesquisas, a maioria das pessoas é contra a descriminalização do aborto, mesmo com todas as evidências e experiências positivas de outros países.

A experiência internacional já mostrou dois resultados práticos importantes com a descriminalização: redução do número de abortos e redução de mortes de mulheres. Além de ser perversa para a sociedade, a legislação acaba sendo um indutor da morte de mulheres e aumenta os casos de abortamento.

Além disso, estudos indicam que existe uma relação entre jovens homicidas e países que proíbem o aborto.

Muitas pessoas desconhecem essa realidade e continuam apoiando uma legislação que mata mulheres e mantém elevado  o número de abortos.

No entanto, muitas dessas pessoas acham que o Brasil não tem jeito e adoram Paris, Nova York, Londres, Munique. Mas deveriam evitar e odiar essas cidades. Elas são o resultado de países que permitem à mulher a interrupção da gravidez há várias décadas.

Na Itália (Roma, Milão, Nápoles, Veneza), terra do Papa, o abordo é descriminalizado há 37 anos.

Na Inglaterra (Londres, Liverpool), o aborto é descriminalizado desde 1967.

Na França (Paris, Lyon, Marselha), o aborto é descriminalizado desde 1977.

Nos Estados Unidos (Nova York, Miami, Las Vegas) o aborto é descriminalizado desde 1981.

No Canadá (Montreal, Quebec) o aborto é descriminalizado desde 1981.

Na Alemanha (Berlin, Munique, Frankfurt) o aborto é descriminalizado desde 1980.

Na Holanda (Amsterdan, etc) o aborto é descriminalizado desde 1981.

Será que deveríamos romper relações com esses países e estreitar com Irã, Indonésia, Iêmen, Afeganistão e outros?