Eduardo Bolsonaro defende abertamente um golpe de Estado com apoio dos EUA

eduardo bolsonaro
(foto lula marques ag brasil)

O deputado cassado e foragido Eduardo Bolsonaro (PL) defendeu um golpe de Estado e o não reconhecimento das eleições livres no Brasi, caso seu irmão, que é investigado no rombo do Banco Master, não ganhe as eleições de forma legítima. Ele afirmou nesta quinta-feira (18), em frente ao Departamento de Estado dos Estados Unidos, que Donald Trump pode não reconhecer uma eventual vitória de Lula nas eleições brasileiras e sancionar os ministros Flávio Dino, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes. O deputado licenciado também voltou a atacar as urnas eletrônicas, classificando-as como “caixas-pretas”.

Eduardo disse ter ficado “feliz” com a exigência do governo Trump para que o Brasil não prenda o que os Estados Unidos classificam como “dissidentes políticos” durante o processo eleitoral. O lesa-pátria também afirmou que os EUA poderiam não reconhecer uma eventual eleição de Lula e aplicar sanções individuais a ministros brasileiros caso considerassem que o processo eleitoral estivesse ligado ao que chamou de “golpismo”.

Ao comentar a atuação de Joe Biden nas eleições de 2022, Eduardo voltou a acusar autoridades americanas de terem pressionado integrantes do governo Bolsonaro. Sem apresentar provas, afirmou que houve uma “intervenção” dos EUA no processo eleitoral brasileiro. Ele também disse que Trump poderia interferir caso Lula vença. (Com informações da mídia ninja)


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