
Em mais uma ação traidora contra empresas brasileiras, a família Bolsonaro comemora a decisão imperialista dos EUA de classificar o PCC e o CV como organizações terroristas. O objetivo dos EUA, como faz com outros países, é facilitar as sanções contra empresas e bancos brasileiros, além de fazer espionagem com infiltração de agentes sob o pretexto de combate ao narcotráfico.
A decisão segundo o promotor Lincoln Gakiya, do Gaeco (Ministério Público de São Paulo), um dos maiores especialista no combate a facções, vai dificultar o combate às organizações criminosas.
Gakiya afirmou que a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelo governo dos Estados Unidos vai, na verdade, prejudicar e dificultar o combate a essas facções no Brasil. A classificação dificulta o intercâmbio de informações entre os países, disse.
A decisão é mais uma ação de traição a pátria promovida pela família Bolsonaro. A classificação como terroristas é um subterfúgio dos EUA para aplicarem sanções econômicas globais, o que prejudicaria o Brasil, além de abrir brechas para ações de agências americanas como a CIA e operações militares secretas em território nacional.
Por terem atuação baseada em interesses econômicos e não em motivações ideológicas, os grupos são tratados como organizações criminosas no Brasil. A mudança de rótulo pelos EUA não altera a lei brasileira, criando conflitos jurídicos.
O senador Flávio Bolsonaro tenta assumir a responsabilidade pela traição à pátria, após visita aos EUA. “O povo brasileiro agradece”, disse o senador após a decisão dos EUA.
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