(foto ricardo stuckert - art brics)
Uma espécie de PIX internacional. É isso que promete o BRICS Pay, sistema de pagamento criado pelos países do BRICS e inspirado no PIX brasileiro, mas para transações internacionais entre os integrantes do bloco. O aplicativo do BRICS Pay já pode ser baixado no google play e usado por qualquer pessoa em viagens turísticas ou de negócio.
O BRICS Pay é uma plataforma de pagamentos digitais descentralizada, desenvolvida no âmbito do Conselho Empresarial dos BRICS, para permitir transações internacionais rápidas, seguras e descomplicadas. Concebida com base nos princípios da interoperabilidade, soberania e inclusão, a BRICS Pay conecta sistemas de pagamento nacionais e comerciais em todos os países do BRICS+, criando uma infraestrutura financeira alternativa e resiliente para empresas e indivíduos.
Desde 2023, Dilma Rousseff é a presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (Banco do BRICS), sediado em Xangai, na China, e que coordena as inovações de pagamento entre os países do bloco. Dilma foi indicada por Lula e depois reconduzida para um segundo mandato.
“BRICS Pay oferece a liberdade de pagar quando, onde e como quiser — com o dinheiro e os métodos que lhe parecem mais naturais, sem imposições. Use os cartões e contas que você já possui para pagar em qualquer país do BRICS+, desde compras do dia a dia em viagens até pagamentos estratégicos entre empresas, em qualquer moeda. Sem fronteiras quando você viaja, sem dependência de uma única rede, sem intermediários obscuros que atrasam seus processos — apenas pagamentos diretos, em conformidade com as normas e sem dinheiro físico, que acompanham você aonde quer que a vida e os negócios o levem”, afirma o Conselho do BRICS.
O bloco econômico BRICS é formado por Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul e novos membros como Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Irã e Indonésia. Além desses países, há também países associados.
O BRICS Pay foi desenvolvido com tecnologia blockchain e capacidade para processar até 20 mil transações por segundo. A plataforma promete operações rápidas, seguras e de baixo custo, conectando bancos centrais e instituições financeiras dos países participantes assim como o PIX brasileiro.
A proposta é permitir que as transações comerciais ocorram diretamente em moedas locais, como real, yuan e rúpia, eliminando a necessidade de conversão para o dólar.
O sucesso do Pix, lançado pelo Banco Central do Brasil em 2020 e responsável por movimentar R$ 35,4 trilhões em 2025, serviu como referência para a criação do BRICS Pay. A experiência brasileira com pagamentos instantâneos foi decisiva para a concepção de um modelo adaptado ao comércio exterior.
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