O chamado mercado financeiro, que se tornou o guru da administração pública segundo os analistas da mídia, está obcecado pela miséria do povo e pela desigualdade social.
Neste ano de 2024, o mercado mostrou sua cara ao festejar o sofrimento do povo na Argentina e condenar a melhoria de vida da população no Brasil.
O mercado financeiro se tornou uma espécie de senhor do engenho violento e paraestatal. Age como um messias que entrega miséria e promete a bonança num futuro que nunca alcança. É uma espécie de milícia financeira que fechou os olhos para os furos do Teto de Gastos do governo anterior golpista e rechaça um governo democrático do Brasil atual. É um mercado puramente ideológico e ilógico.
O mercado financeiro festejou o primeiro ano do governo ultraliberal de Javier Milei na Argentina afirmando, via jornalões, que ele está no caminho certo. Argentina viveu recessão brutal com queda do PIB (-3,6%), o desemprego subiu e atingiu 7,6% e 52% da população entrou na faixa de pobreza, sendo 14 milhões de pessoas na indigência. A inflação deve fechar em 200%.
O governo de Milei arrancou recursos da população com aumentos das tarifas de água, energia e transporte, demitiu servidores, acabou com programas sociais e em outubro de 2024 o consumo caiu 20% em relação ao ano anterior. Isso pode ser traduzido como fome e frio. O mercado ficou feliz em 2024.
O país entrou em colapso e pediu ajuda ao FMI (Fundo Monetário Internacional), o mesmo FMI que o presidente Lula quitou a dívida em 2006 e nunca mais precisou, mas isso não interessa ao mercado financeiro.
O mercado financeiro festejou a Argentina em 2024. Não é possível para o mercado financeiro uma vida melhor para a população porque o lucro está acima da vida. Ele reproduz a velha e conhecida lenga-lenga de que o futuro vai melhorar, promete um pedacinho do céu como os religiosos, mas nunca é alcançado porque sempre está tentando sair de uma crise criada pelo próprio mercado.
Veja os números em 2024 do Brasil que o mercado financeiro condena e os números da Argentina, que o mercado aplaude:
Taxa de desemprego
Brasil: 6,1%
Argentina: 7,6%
Salário Mínimo
Brasil: 2,5% de aumento real do valor (acima da inflação)
Argentina: -174% de perda de valor pela inflação
Inflação (projeção para 2024)
Brasil: 4,71%
Argentina: 200%
Crescimento do PIB (projeção para 2024)
Brasil: + 3,5%
Argentina: -3,5%
Nível de pobreza
Brasil: 27,4% (-4,2% em um ano)
Argentina: 52% (+11,2% em um ano)
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