O modelos de desenvolvimento defendido pela direita brasileira e pela extrema-direita bolsonarista provoca um verdadeiro desastre social, segundo um levantamento feito em 772 municípios amazônicos. O modelo que visa ‘progresso’ com desmatamento, bastante utilizado no século 19, gera criminalidade, violência e está relacionado também com baixos índices educacionais e de saúde.
De acordo com o IPS Amazônia 2021, os 20 municípios que mais desmataram a floresta desde 2018 são mais violentos, sofrem mais com falta de saneamento básico e têm os piores índices de saúde, educação, acesso à informação e equidade de gênero. É uma verdadeira tragédia, revela reportagem de Laís Modelli, da BBC.
“Em geral, vimos que onde tem muito desmatamento na Amazônia tem muita pobreza e baixo progresso social. Áreas de desmatamento intenso tiveram uma estagnação no seu progresso social desde 2018. Em alguns municípios, o índice chegou a piorar. E em todos eles, os piores indicadores foram o de segurança e o de saneamento básico”, explica o autor principal do IPS 2021, Adalberto Veríssimo, pesquisador do Imazon. O IPS é um índice criado em 2013 por acadêmicos de grandes centros de pesquisa do mundo para analisar as condições sociais e ambientais de países, Estados e municípios.
Em resumo, é um modelo de regressão social. Em vez de criar desenvolvimento social, ambiental, cultural, o modelo promove e desenvolve a criminalidade, a exploração e a violência.
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