Enquanto no Brasil as Forças Armadas ameaçam um senador da República no Brasil, na Bolívia os militares golpistas estão sendo presos. O Ministério Público da Bolívia ordenou nesta quinta-feira, 08 de julho, a captura do ex-comandante-em-chefe das Forças Armadas, Williams Kaliman, pelo golpe de estado de novembro de 2019. O golpe declarou Jeanine Áñez como presidenta, mas ela foi presa em março.
Até o momento, há quatro ex-chefes de polícia e militares com mandados de prisão por crime de participação em golpe de Estado. Um deles é o ex-comandante-em-chefe das Forças Armadas, general Sergio Orellana, que deixou o país no final de 2020 com destino à Colômbia.
“Há um mandado de prisão contra Kaliman” e a Polícia “está encarregada de executar”, disse o jurista Jorge Víctor Nina, que representa a ex-deputada do Movimento ao Socialismo (MAS) Lidia Patty, que apresentou a denúncia em novembro do ano passado pelas acusações de terrorismo e sedição.
O ex-comandante Kaliman “tem sido uma peça principal” na consolidação desses crimes, desde o dia em que Evo Morales deixou a presidência do país em 10 de novembro de 2019, disse Nina. Ele também lembrou que o ex-comandante das Forças Armadas “se reuniu com seu Estado-Maior” e que esses comportamentos levaram ao “estabelecimento ilegal de um governo”. (Com informações da Telesur)
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