O programa denominado de Pátria Voluntária, da primeira dama Michelle Bolsonaro, lançado há quase dois anos, gastou quase o dobro em publicidade e marketing do que em ações sociais, segundo dados do próprio governo. Só marketing, o programa está paralisado no pior momento econômico e da pandemia. O programa foi criado com a intenção de ajudar na pandemia de coronavírus. De acordo com reportagem do Estadão, até março deste ano, o governo empregou R$ 9,3 milhões para fazer propaganda do programa e pouco mais da metade em ações reais.
“Foram R$ 9,039 milhões em publicidade e mais R$ 359 mil para manter no ar o site do programa. Já as doações feitas por empresas privadas e pessoas físicas às entidades que atendem pessoas carentes estão em R$ 5,89 milhões. A maior parte foi transformada em cestas básicas. O programa parou no momento em que mais da metade dos domicílios brasileiros enfrentam algum grau de insegurança alimentar em consequência da pandemia da covid-19.”, anota o texto.
O programa segue com publicidade nas redes sociais da primeira-dama Michelle Bolsonaro, que coordena a iniciativa, mas no mundo real, praticamente não recebe novas doações desde julho do ano passado, relata a reportagem. “Os recursos arrecadados são depositados numa conta gerida pela Fundação Banco do Brasil e destinados a entidades parceiras. Já o dinheiro usado na publicidade do programa é público: são verbas do Orçamento da Secretaria de Comunicação, arrecadadas por meio de impostos”.
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