.Por Marcelo Mattos.
Nada além do fronte, mais nada faz sentido diante das 254 mil mortes veladas, em progressão geométrica em “v”, trazidas à luz da santa insanidade pátria desterrada.
Nada, absolutamente nada, nos resta a lamentar, quer pelas vítimas passadas e presentes, quer pelos discursos-perdigotos, pelo insanável, simples e cálido desejo de matar (o próximo, o inimigo pródigo, o filho desta desvalida “mãe gentil”); matar, preferencialmente, o mais rápido e urgentemente possível pela oficialidade de plantão.
Por ora, matar é que mais importa, matar é a única coisa que nos prostra resistindo na mesma cruz, imersos na mesma nau etérea, nos mesmos becos e vielas, nos leitos enternecidos ainda existentes, intubados, inertes e sem oxigênio.
A ode à morte ainda ressoa (até quando?) nos desmandos pelo desuso das máscaras, pela aglomeração atormentada, na dor intramuscular, na ausência ardilosamente logística de vacinas, pela liberdade meticulosa ao ódio, a mediocridade nefasta, negacionista e genocida dos mandatários.
Valsemos à beira das covas rasas, sob os olivais de túmulos sem nomes, sejamos os varões de galas e insígnias, morramos todos abraçados às ninfas esfarrapadas e mortuárias, no mais arlequinal, cloroquinal festim da morte premeditada, preventiva…
(imagem reprodução) A convenção da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) oficializou neste…
(foto fernando frazão - ag brasil) O Ministério das Relações Exteriores brasileiro confirmou neste sábado…
(imagem divulgação) O Cineclube da ADunicamp realiza, na próxima quarta-feira, 29 de julho, nova edição…
(imagem reprodução wikipedia) Para subjugar politicamente e explorar os recursos do Brasil como uma colônia…
(imagem reprodução) Imagina usar a produção de um filme para disfarçar uma grande lavagem de…
(foto alessia pelistri - divulgação) A banda carioca Oruã se apresenta no Lola Bar, em…