.Por Marcelo de Mattos.
“Livros! Livros! Aqui está uma palavra mágica que equivale a dizer: ‘amor, amor’, e que deveriam pedir ao povo como pedem pão ou como desejam a chuva para suas colheitas” (Frederico García Lorca).
Em 17 de agosto de 1936 o maravilhoso poeta espanhol foi fuzilado por fascistas no início da Guerra Civil Espanhola. As diversas formas de aniquilamento da arte, cultura, educação visam não apenas o fim do conhecimento, da consciência crítica, da cidadania e das liberdades democráticas.
O atual projeto de reforma tributária do governo Bolsonaro propõe a taxação de 12% dos livros com o fim da sua isenção, enquanto dos bancos e financeiras seriam cobrados apenas 5,9%.
A proposta do ministro da Economia, Paulo Guedes, realça o descompromisso e as investidas do governo contra a Cultura, cuja pasta foi extinta, e a Educação transformada em cenário de fundamentalismo medieval.
Além disso, a presente reforma propõe o aumentando em 48,8% do orçamento bélico do Ministério da Defesa, enquanto a combalida Educação sofrerá uma redução em 18% dos investimentos. Não só de pão vive o homem, mas também de livros… e liberdade!
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