.Por Eduardo de Paula Barreto.
Quem dera fossem cem mil motivos
Para sorrir cem mil sorrisos
Com o coração batendo forte
Quem dera fossem cem mil abraços
Cem mil beijos, cem mil amassos
Mas na verdade são cem mil mortes.
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Quem dera fossem cem mil partos
Cem mil cordões bem esticados
Para receber o santo corte
Quem dera fossem cem mil berços
Cem mil chorinhos, cem mil começos
Mas na verdade são cem mil mortes.
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Quem dera essas cem mil vidas
Não fossem cem mil despedidas
Sem direito ao último adeus
Mas é certo que os que se foram
Trocaram o abraço dos que choram
Por cem mil abraços de Deus.
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Eduardo de Paula Barreto
08/08/2020
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