.Por Eduardo de Paula Barreto.
A insensatez e a ignorância
Matam mais do que as pragas
Esvaziando a esperança
E enchendo as valas
Com sementes de sofrimento
Que brotam no confinamento
De quem na praga acredita
Por isso a morte é injusta
Não contra quem a busca
Mas contra quem fica.
.
O sucesso do isolamento social
É o seu maior adversário
Porque quando controla o mal
Parece ser desnecessário
Mas antes julgá-lo tolice
Podendo correr livre
Por estar cheio de saúde
Do que ter a dúvida
Como companheira única
Na solidão do ataúde.
.
Coloque-se no lugar daqueles
Que vertem lágrimas de despedida
E verá que a dor que ao outro fere
Não é mera estatística
Porque quando somos espectadores
Das outras doídas dores
Não contamos as lágrimas caídas
E só entendemos a dor alheia
Quando deixamos de ser plateia
E viramos protagonistas.
.
02/05/2020
.
A última exibição de 2026 da Sessão de Cinema Reserva Imovision na ADunicamp acontece no…
(imagem divulgação) O Partido Democrata conquistou o controle das duas Casas do Congresso dos Estados…
Fotos de Sérgio Poroger no livro "Entresalas" (divulgação) A Galeria Foto Ponto recebe o jornalista…
(foto marilia vasconcellos - divulgação) A guitarra elétrica em diálogo com a orquestra, a música…
(foto edgar machado - divulgação) O Teatro de Arte e Ofício recebe nesta quinta-feira, 5…
(foto mauro khouri - divulgação) As lembranças de uma infância no interior paulista, as histórias…