.Por Eduardo de Paula Barreto.
Os ignorantes e as corporações
Pavimentaram os descaminhos
Conclamando as multidões
Para construírem um ninho
E nele botaram um ovo
Que logo ficou choco
Sob os glúteos paranoicos
Que o mantiveram quente
Até surgir a serpente
Com veneno ideológico.
.
A serpente já nasceu adulta
Cuspindo seus letais venenos
Ferindo as pernas da República
E revivendo antigos pesadelos
Protagonizados por ditadores
Homicidas e torturadores
Que saciavam a sua vileza
Com a morte lenta e dolorosa
Como toda serpente venenosa
Que aprecia a morte da presa.
.
Animal que se arrasta
Deixando rastro de destruição
E devora até os democratas
Que não apoiaram sua eclosão
E diante de tanta torpeza
O gigante amassa sua cabeça
Tentando reparar o engano
E o mata sem escrúpulos
Esperando que seu substituto
Seja menos desumano.
.
27/02/2020
.
(foto ricardo stuckert) A cinco dias do segundo turno, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) estará…
(foto gustavo de freitas - divulgação) As experiências de quem cresce entre culturas diferentes, os…
Detalhe de obra do artista João Botas (foto divulgação) “O que pode o artista diante…
(foto fernanda sunega - arquivo pmc) Campinas recebe nesta quarta-feira, 21 de outubro, às 19h,…
(imagens reprodução) Um debate eleitoral para presidência da República sem checagem ao vivo sobre a…
(imagem divulgação) No dia 22 de outubro (quinta-feira), às 20h, o Auditório da ADunicamp recebe…