.Por Eduardo de Paula Barreto.
Os ignorantes e as corporações
Pavimentaram os descaminhos
Conclamando as multidões
Para construírem um ninho
E nele botaram um ovo
Que logo ficou choco
Sob os glúteos paranoicos
Que o mantiveram quente
Até surgir a serpente
Com veneno ideológico.
.
A serpente já nasceu adulta
Cuspindo seus letais venenos
Ferindo as pernas da República
E revivendo antigos pesadelos
Protagonizados por ditadores
Homicidas e torturadores
Que saciavam a sua vileza
Com a morte lenta e dolorosa
Como toda serpente venenosa
Que aprecia a morte da presa.
.
Animal que se arrasta
Deixando rastro de destruição
E devora até os democratas
Que não apoiaram sua eclosão
E diante de tanta torpeza
O gigante amassa sua cabeça
Tentando reparar o engano
E o mata sem escrúpulos
Esperando que seu substituto
Seja menos desumano.
.
27/02/2020
.
(imagem paula arielly - divulgação) A temporada de estreia do Projeto Terror em Cena, assinado pelo…
(foto Elisa Maciel - divulgação) A nova geração da música brasileira ganha destaque em Campinas…
(foto mari jacinto - divulgação) O espetáculo teatral "O Legítimo Pai da Bomba Atômica" será…
(foto pedro quintans - divulgação) O cordelista, poeta e compositor Samuel de Monteiro lança o…
(foto juliana lira - divulgação) O compositor, arranjador e baixista Peu Abrantes se apresenta em…
(foto tânia rego - ag brasil) O reservatório de água da usina de Itaipu, na…