A incapacidade de análise política dos diretores de jornalismo da Rede Globo deve produzir um prejuízo à emissora de mais de R$ 20 milhões esse ano em recursos de publicidade oficial. Além de destruir a democracia com o apoio incondicional ao Golpe de 2016 na implacável perseguição ao PT e Lula, dar poder a milícias, a emissora da família marinho vê despencar o financiamento governamental.
O ex-juiz Sérgio Moro, atual ministro da Justiça, que foi criado e transformado pela emissora como herói nacional na luta contra Lula e o PT, agora abandona a emissora diante dos cortes de recursos do governo Bolsonaro. Mesmo assim, a Globo se mantém fiel a Sérgio Moro e evita divulgar tudo o que se viu nos diálogos da Vaza Jato, do site The Intercept Brasil.
A associação da Globo com a Lava Jato quebrou grande parte da indústria nacional de construção, naval, petroquímica e gerou milhões de desempregados desde início da Operação que visava o ex-presidente Lula e o PT. Agora, a própria Globo ameaça demitir funcionários. Já surgem boatos de demissões em massa nos sites de fofoca televisiva.
O erro jornalístico e empresarial da Globo pode ser visto na reportagem de Fábio Fabrini na Folha de S.Paulo. Ele mostra que um Relatório do TCU (Tribunal de Contas da União) registra que o governo de Jair Bolsonaro mudou a lógica de distribuição de verbas publicitárias para TVs abertas ao destinar os maiores percentuais de recursos para Record e SBT, que fazem agora uma espécie de assessoria jornalística para o governo de extrema-direita.
Durante os governo do PT, uma das críticas dos apoiadores do partido era a quantidade de recursos que a Globo recebia nos governos Lula e Dilma por ter maior audiência. A Globo não estava tranquila com os governos petistas, mas recebia a maior fatia de recursos. O PT mantém o critério de audiência.
De acordo com a reportagem, embora seja a mais assistida do país, a Globo tem agora participação no bolo bem menor do que Record e SBT. Segundo o texto, o Ministério Público de Contas recebeu representação sobre a distribuição de recursos com critérios políticos, favorecendo Record e SBT.
Até o ano passado, a Globo recebia valores mais próximos da participação em audiência no total de emissoras ligadas. Em 2017, a Globo ficou com 48,5% dos recursos e, em 2018, 39,1%.
Neste ano, com base em dados parciais, a fatia despencou para 16,3%. Os percentuais da Record foram para 42,6% e o do SBT, 41%.
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