Os novos vazamento das mensagens do Telegram dos integrantes da Lava Jato, desta vez em parceria da Folha de S.Paulo com o The Intercept Brasil, mostram procuradores discutindo uma violação legal que acabou levando a um golpe de Estado no Brasil e a queda da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Os procuradores reconhecem a ilegalidade de Sérgio Moro ao grampear e divulgar uma conversa de um presidente da República, mas aprovam a ilegalidade. Os vazamentos forma fundamentais para o sucesso do golpe parlamentar de 2016.
O único procurador que parecia preocupado com a Lei, diz: “Isso tera q ser enfrentado muito em breve no mundo juridico”.
Talvez seja a hora de enfrentar essa questão:
Veja abaixo trecho da reportagem da Folha de S.Paulo:
As mensagens obtidas pelo Intercept indicam que no fim da noite os procuradores se deram conta de que havia dúvidas sobre a legalidade das decisões de Moro naquele dia. Eles começaram a debatê-las no Telegram enquanto acompanhavam o desenrolar de manifestações contra o PT em São Paulo e outras cidades.
Dilma e os advogados de Lula questionaram as decisões do juiz, argumentando que sua conversa não poderia ter sido grampeada se Moro já tinha determinado o fim da escuta, nem os autos poderiam ter sido divulgados sem que o STF tivesse sido alertado para as citações a ela e a outras autoridades com foro especial.
“Estou preocupado com moro! Com a fundamentação da decisão”, disse o procurador Orlando Martello no Telegram. “Vai sobrar representação para ele.”
“Vai sim”, respondeu Carlos Fernando. “E contra nós. Sabíamos disso.”
Para Laura Tessler, o apoio da opinião pública garantiria proteção à Lava Jato: “a população está do nosso lado…qualquer tentativa de intimidação irá se voltar contra eles”.
Carlos Fernando recomendou: “Coragem… Rsrsrs”.
Após compartilhar com o grupo vídeos de uma manifestação que estava ocorrendo na Avenida Paulista, em São Paulo, Martello sugeriu que todos os integrantes da operação renunciassem aos cargos se algo acontecesse com Moro. Laura sugeriu que a melhor resposta seria mover uma ação contra Lula e pedir sua prisão.
Para Andrey Borges de Mendonça, seria difícil defender a divulgação da conversa de Dilma por causa do horário em que ocorrera, mas a maioria discordou.
“O moro recebeu relatório complementar e o incorporou”, disse Carlos Fernando. “Nesta altura, filigranas não vão convencer ninguém.”
Deltan entrou tarde na discussão e se alinhou com Carlos Fernando. “Andrey No mundo jurídico concordo com Vc, é relevante”, disse. “Mas a questão jurídica é filigrana dentro do contexto maior que é político.”
Mendonça disse concordar com o chefe da força-tarefa, mas insistiu. “Isso tera q ser enfrentado muito em breve no mundo juridico”, escreveu. “O estrago porem esta feito. E mto bem feito”. Era tarde, e os outros integrantes do grupo não se manifestaram mais sobre o assunto.
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