.Por Eduardo de Paula Barreto.
Surgiram das pelancas muito flácidas
De um corpo exótico claro e aviltante,
No rol da imoralidade, vários súditos,
Com o véu da falácia dos governantes.
.
E no horror da desigualdade
Nos unimos para evitar a morte,
Sem outros meios, ó criatividade,
A gente cria do nosso jeito a nossa sorte.
.
Ó sátira da Esplanada,
Oficializada,
Alguém nos salve!
.
Partiu-se o sonho inteiro do sofrido
Povo cuja esperança desaparece
E percebeu-se ir pro beleléu o sonho íntimo
De ver um brasileiro que o voto merece.
.
No instante em que a sórdida malvadeza
Do reles, torpe e inválido moço
Que venceu o pleito na safadeza….
.
Mas que roubada,
Nunca se viu
Roubarem tanto no Brasil,
Ó sátira da Esplanada.
.
A esses filhos tortos
Que esta terra pariu
Ofereço uma bala
De fuzil.
.
(foto divulgação) O Brasil entrou com força na disputa do Oscar 2026. O Agente Secreto foi indicado simultaneamente…
(foto joão maria - divulgação) Inspirado nas viagens oceânicas solitárias realizadas por Amyr e Tamara…
(foto adriana villar) Pelo menos 1.470 mulheres foram assassinadas de janeiro a dezembro no Brasil…
(foto ricardo stuckert - pr) O governo Lula (PT) devolveu integralmente as verbas de 2026…
(foto ricardo teck - divulgação) O espetáculo “Pudor em Chamas” será apresentado nesta sexta-feira, 23…
(foto gabi perissinotto - divulgação) O projeto Preta Rosa & Caju chega a todas as…