Ao lado da China comunista e de países mais atrasados em termos de liberdades individuais do mundo, como Afeganistão, Arábia Saudita, Iraque, Paquistão, Somália e Bangladesh, o Brasil do governo Bolsonaro (PSL) votou contra os direitos sexuais das mulheres no Conselho de Direitos Humanos da ONU.
O Brasil e esses países votaram SIM para retirar a menção à “garantia de acesso universal à educação sexual”. Países desenvolvidos das democracias capitalistas da Europa e votaram contra
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