O professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, Edson Knippel, afirmou que o governo Bolsonaro estabeleceu um retrocesso temerário na política de combate às drogas com o decreto publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (22).
O decreto traz nova composição ao Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (CONAD) e retira vagas destinadas a especialistas e membros da sociedade civil. Entre as categorias que deixam de compor o grupo estão médicos, juristas, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e até educadores.
Para Knippel, trata-se de uma ação temerária, uma vez que uma função importante do conselho é o estabelecimento de uma política pública eficaz de prevenção às drogas. “Todas essas especialidades citadas, além da participação de estudantes, tinham o objetivo de ampliar o diálogo, de forma representativa, com uma contribuição interdisciplinar”, afirma.
Lamentando a decisão, Knippel, entoa que a medida deverá ocasionar uma política repressiva e não preventiva. “É um nítido retrocesso, pois essa participação era fundamental para uma atuação democrática, inclusiva”, enfatiza.
Segundo ele, desde 2006, a política já é repressiva, com mais prisões, com impacto muito grande, principalmente na prisão de mulheres.O conselho tem entre suas funções aprovar o plano nacional de políticas sobre o tema. (Carta Campinas com informações de divulgação)
(imagem ataque em 2022 - reprodução) Na tentativa de manter um candidato de família miliciana…
(foto olivia borges - divulgação) O Museu da Imagem e do Som (MIS) de Campinas…
Quem passar pela Prefeitura de Campinas a partir desta quarta-feira (1º/10), Dia da Música, vai…
(foto marcello casal jr - ag brasil) O número de transações realizadas por Pix caiu…
(foto divulgação) O escritor Milton Hatoum estará no Sesc Campinas na noite desta quarta-feira (30/9)…
(imagem divulgação) O projeto “O Eu, o Isso e o Cinema” realiza no sábado, dia…