O professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, Edson Knippel, afirmou que o governo Bolsonaro estabeleceu um retrocesso temerário na política de combate às drogas com o decreto publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (22).
O decreto traz nova composição ao Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (CONAD) e retira vagas destinadas a especialistas e membros da sociedade civil. Entre as categorias que deixam de compor o grupo estão médicos, juristas, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e até educadores.
Para Knippel, trata-se de uma ação temerária, uma vez que uma função importante do conselho é o estabelecimento de uma política pública eficaz de prevenção às drogas. “Todas essas especialidades citadas, além da participação de estudantes, tinham o objetivo de ampliar o diálogo, de forma representativa, com uma contribuição interdisciplinar”, afirma.
Lamentando a decisão, Knippel, entoa que a medida deverá ocasionar uma política repressiva e não preventiva. “É um nítido retrocesso, pois essa participação era fundamental para uma atuação democrática, inclusiva”, enfatiza.
Segundo ele, desde 2006, a política já é repressiva, com mais prisões, com impacto muito grande, principalmente na prisão de mulheres.O conselho tem entre suas funções aprovar o plano nacional de políticas sobre o tema. (Carta Campinas com informações de divulgação)
(foto global sumud flotilla) A Justiça condenou o vereador de Campinas Vini de Oliveira (Cidadania)…
Professora e intérprete de Libras Michelle Gonçalves Dinamarco, vencedora do concurso em 2025 (imagem divulgação)…
(imagem divulgação) Coletivo de fortalecimento feminino através da literatura marca presença no Flipoços 2026 com…
Bosque dos Jequitibás (foto rogério capela - arquivo pmc) Um Projeto de Lei Ordinária (PLO)…
(foto pedro frança - senado federal) O Bolsonarinho 01 (PL) , o filho mais velho…
(foto nina pires - divulgação) A Casa do Sol, em Campinas, se transforma novamente em…