A peça aborda a função da arte no século XXI. Questiona o papel do artista na sociedade e no mundo contemporâneo. Analisa a importância do teatro frente às novas mídias, que propõem um comportamento de isolamento do sujeito e falta de integração social.
Juliana Calligaris, autora e intérprete do monólogo, revela o olhar permanente da arte e do teatro sobre as questões de seu tempo, mostra o ofício do ator como interiorização e expressão da história. Mais que ocupar espaços, é sobre os recortes do tempo que recai a existência.
Letícia Olivares assina a direção da montagem. A peça é uma adaptação livre de Catadióptrico, de Monalisa Vasconcelos, fruto de trabalho de pesquisa da Cia Trilhas da Arte em 2012 sobre a função do artista e da arte no século XXI.
Janelas para uma Mulher lida com o amor, o silêncio, a felicidade, as angústias colocadas no tempo, a serviço do tempo em que o homem é programado. As estações do ano, a idade, os meses, os períodos da humanidade. O ator reflete os estados do tempo de forma sensorial, deixando um pouco de lado a razão e colocando na ordem de prioridade as experimentações corporais. (Carta Campinas com informações de divulgação)
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