.Por Eduardo de Paula Barreto.
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Vejo soldados marchando
Com postura autoritária
Calando-nos quando falamos
Com mordaças e mortalhas
E choramos por sabermos
Que muitos de nós elegemos
O ‘ele não’ e o caboclo
Que com discurso de bala
Jogam a Democracia na vala
Legitimados pelo voto.
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Vejo o mundo restringindo
Os investimentos no Brasil
E os eleitores se redimindo
Por terem municiado o fuzil
Que passa a ser a bandeira
Da república bananeira
Que foi cegada pela militância
Daqueles que movidos pelo ódio
Trocaram o orgulho pelo opróbrio
Da sua vasta ignorância.
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Vejo mais estrelas nos ombros
Do que no céu infinito
E juízes e políticos prontos
A se curvarem aos milicos
Que com métodos insanos
Desrespeitam os direitos humanos
E se julgam deuses do Olimpo
Que como ditadores abjetos
Baixam novos decretos
Nos termos do antigo AI-5.
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