Mais de 16 sindicatos de diferentes categorias do funcionalismo público aproveitaram a mobilização dos trabalhadores para uma assembleia conjunta com o objetivo de decidir sobre a continuidade da greve. A paralisação atinge diversos serviços públicos, como 100% da assistência social e mais de 90% das escolas municipais, de acordo com as entidades. A deliberação coletiva, unânime, foi de manutenção e ampliação do movimento. Haverá nova assembleia na próxima terça (20).
“Foi votada a continuidade da greve. Não teve uma votação contrária à greve e a luta continua porque o projeto do Doria prejudica, confisca o salário dos servidores”, disse o presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo. “A greve na educação atinge 94% das escolas. Temos grandes paralisações.”
A segurança no local está reforçada. Trabalhadores da Câmara soldaram as grades durante esta manhã para evitar que manifestantes ocupassem a Casa. A presença dos servidores em grande número se deu, em parte, em solidariedade aos trabalhadores que foram agredidos pelas forças policiais durante a tarde de ontem, quando o projeto foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça.
(foto vinícius santos - divulgação) A exposição “Na Flor da Pele”, da artista visual Joy…
(foto mariana petrucci - divulgação) Duas tradições e memórias musicais distintas – as da viola…
"Europa" (foto divulgação) A partir desta terça-feira, 10 de março, o Sesc Campinas exibe a…
(imagem reprodução) A Lava Jato 2 (conluio mídia e investigação), é como está sendo chamada…
Lava Jato 2 Nassif: Polícia Federal, a um passo de se tornar polícia política Se…
Tiffane Raany (foto marcelo camargo - ag brasil) O governo federal defende o debate público…