A lei do Piso é de 2008, implantada durante o governo do ex-presidente Lula.
A sentença, que eleva os salários até o Piso nacional, já deveria estar valendo, mas o governo Alckmin conseguiu suspender sua execução por meio de recurso extraordinário.
“A luta continua pelo pagamento do reajuste de 10,15%, conquistado em duas instâncias do TJ no ano passado, que equipara o salário-base ao Piso nacional. Ingressamos com recurso no Superior Tribunal de Justiça e aguardamos o retorno do recesso judiciário”, afirma Bebel.
Ela adiantou que a Apeoesp também prepara calendário de mobilizações em prol da valorização dos profissionais em Educação. “Nossa luta – que é jurídica e política – vai continuar nas ruas, mobilizando a sociedade em defesa da efetiva valorização dos professores e professoras e pela melhoria da qualidade do ensino”, afirma.
Maria Izabel Noronha avalia que o reajuste de 7% nos salários é uma vitória que reforça a mobilização da categoria. Na semana passada, Geraldo Alckmin anunciou reajuste de 3,5% para o funcionalismo estadual – com exceção dos policiais (4%) e professores (7%).
Bebel critica a administração tucana, que na sua avaliação trata os educadores com desrespeito. Ela cita como exemplo o fato do governo impedir professores, que por motivo de saúde fiquem temporariamente impedidos de dar aulas, de atuar em outras funções pedagógicas dentro da escola.(Carta Campinas com informações de divulgação)
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